Hoje é dia de arrumar a casa! Depois de 4 dias a explorar a cidade, é tempo de organizar toda a informação, colar imagens, escrever ideias, e trabalhar alguns desenhos. Aproveitamos para explorar materiais, alguns que experimentámos no ateliê do Manuel Casabranca, outros novos, como as canetas de aparo e os pastéis secos.
Uns desenharam elementos modernos, outros arquitectura mais antiga, outros a natureza, cada um elegeu o seu elemento. Todos desenharam as pedras do castelo, com vieux chêne e aparo. Os trabalhos ficaram fabulosos!!
Nem os pais resistiram a experimentar.
Os ateliês vão continuar, pois a cidade ainda tem muito para ver.
Daqui a uns dias há mais!
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Férias na Cidade # dia 04
Hoje é o dia das Ruas, do Comércio, da Arquitectura e do Urbanismo. Conversámos sobre o que é isso de Urbanismo, e da sua importância no traçado da cidade. Vimos a cidade em diversas perspectivas, em recantos, em paredes grafitadas, em sinais e anúncios por aí espalhados. Parámos para desenhar as novas construções, as «Torres» com elevadores e onde moram alguns amigos.
Parámos no novo Parque Urbano, aproveitámos a presença da água, tivemos pena que houvesse tão pouca gente a desfrutar aquele espaço - faltam sombras, esplanadas.
No Jardim dos Cavalinhos vimos o Teatro Curvo Semedo, arquitectura de Raúl Lino, e a Igreja do Calvário, numa linha mais barroca. Aproveitámos para registar as suas fachadas em desenho e perceber algumas diferenças: o que distingue uma Igreja, o que um Teatro deve ter.
Depois entrámos nalgumas lojas: uma Retrosaria dos anos 50 do século XX, onde vimos uma tesoura gigante muito antiga. Uma farmácia de 1870, com um mini museu, a par de mobiliário moderno. Uma das lojas mais antigas de Montemor, seguramente. Por fim, a loja mais nova da cidade, com 1 semana de existência! (uma imobiliária).
Com mais de 35ºC, foi um passeio de Resistentes!
Parámos no novo Parque Urbano, aproveitámos a presença da água, tivemos pena que houvesse tão pouca gente a desfrutar aquele espaço - faltam sombras, esplanadas.
No Jardim dos Cavalinhos vimos o Teatro Curvo Semedo, arquitectura de Raúl Lino, e a Igreja do Calvário, numa linha mais barroca. Aproveitámos para registar as suas fachadas em desenho e perceber algumas diferenças: o que distingue uma Igreja, o que um Teatro deve ter.
Depois entrámos nalgumas lojas: uma Retrosaria dos anos 50 do século XX, onde vimos uma tesoura gigante muito antiga. Uma farmácia de 1870, com um mini museu, a par de mobiliário moderno. Uma das lojas mais antigas de Montemor, seguramente. Por fim, a loja mais nova da cidade, com 1 semana de existência! (uma imobiliária).
Com mais de 35ºC, foi um passeio de Resistentes!
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Férias na Cidade: dia 03
Mochilas, chapéus, lá rumámos para cima, muito para cima, que o castelo faz-se bem rogado, para o vermos temos que dar algum suor em troca. E as obras das escadinhas não ajudaram à festa!
A Zília, no Centro Interpretativo, esperava-nos com muitas histórias, e muitos copos de água.
Conversa, perguntas, desenhos, lá ficámos a saber um bocadinho como era esta cidade há 500 anos, quando era ainda intra muros. Depois a população foi aumentando, o material escasseava e o espaço também, as guerras apaziguaram-se, e toca a levar as casas para fora da muralha, pedra a pedra.
Desenhámos alguns artefactos descobertos no local, e os anjos das pinturas murais da Igreja.
Depois de uma gelatina de morango tivemos o privilégio de subir à Torre da Má Hora, habitualmente fechada.
Ainda fizemos as nossas arcas de tesouro, onde guardámos alguns vestígios desta manhã, e deste pedacinho de cidade.
Até amanhã!
A Zília, no Centro Interpretativo, esperava-nos com muitas histórias, e muitos copos de água.
Conversa, perguntas, desenhos, lá ficámos a saber um bocadinho como era esta cidade há 500 anos, quando era ainda intra muros. Depois a população foi aumentando, o material escasseava e o espaço também, as guerras apaziguaram-se, e toca a levar as casas para fora da muralha, pedra a pedra.
Desenhámos alguns artefactos descobertos no local, e os anjos das pinturas murais da Igreja.
Depois de uma gelatina de morango tivemos o privilégio de subir à Torre da Má Hora, habitualmente fechada.
Ainda fizemos as nossas arcas de tesouro, onde guardámos alguns vestígios desta manhã, e deste pedacinho de cidade.
Até amanhã!
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Férias na Cidade: dia 02
Primeiro arrumar ideias: o que vimos ontem, afinal? E porquê? Parece-nos que uma cidade não sobrevive sem jardins... ou nós, pelo menos, não...
E vamos ver arte contemporânea porquê? Damos uma olhadela a umas imagens: impressionistas, naturalistas, fragmentação, cubismo, cidades da pré- e pró Revolução industrial: há diferenças? que mudanças, nas formas, nos materiais.. e conseguimos relacionar com as pinturas e esculturas, mais orgânicas ou mais geométricas...
Mochilas, chapéus, conversa pelo caminho e lá chegámos à Galeria 9Ocre. O Manuel esperava-nos já com tudo preparado: uma visita à sua exposição, com quadros mais realistas e outros mais abstractos. O atelier no 1º andar, em open space, já tinha os nossos lugares, com folhas, tintas, vieux chêne, penas de gaivota, aparos de bambú, colheres de café, pincéis, carvão, lápis aguarelados, e muitas fotografias para nos inspirarmos e experimentarmos.
O mais extraordinário é que ninguém se sujou (salvo um pequeno percalço, mas nem vale a pena dizer..:)
E vamos ver arte contemporânea porquê? Damos uma olhadela a umas imagens: impressionistas, naturalistas, fragmentação, cubismo, cidades da pré- e pró Revolução industrial: há diferenças? que mudanças, nas formas, nos materiais.. e conseguimos relacionar com as pinturas e esculturas, mais orgânicas ou mais geométricas...
Mochilas, chapéus, conversa pelo caminho e lá chegámos à Galeria 9Ocre. O Manuel esperava-nos já com tudo preparado: uma visita à sua exposição, com quadros mais realistas e outros mais abstractos. O atelier no 1º andar, em open space, já tinha os nossos lugares, com folhas, tintas, vieux chêne, penas de gaivota, aparos de bambú, colheres de café, pincéis, carvão, lápis aguarelados, e muitas fotografias para nos inspirarmos e experimentarmos.
O mais extraordinário é que ninguém se sujou (salvo um pequeno percalço, mas nem vale a pena dizer..:)
Férias na Cidade: dia 01
No dia 01 fomos aos Jardins da cidade. Começámos no Jardim Público... «Público? mas porquê? «Porque também há privados». «Acho mal!» «... bom, mas eu gostava de ter um jardim só para mim...»
E nas conversas de jardins, dos que temos, dos que conhecemos, se há sempre ou não, se quando não há é porque não é cidade, ou é?, lá fomos passando para um outro jardim, não tão musical, mais para brincar, o dos cavalinhos, também antigo mas com coisas novas. E contando as árvores, aqui menos, menos fresco, menos sombra, mais barulho, lá seguimos para o nosso último jardim, agora privado, no Convento de S. Domingos. Tão privado que estava fechado! Mas... a Ema conta a história, que escreveu no seu diário gráfico:
Convento de São Domingos
Uma Aventura
Chegámos ao convento e estava fechado, mais à frente estava um abrigo de velhotes trabalhadores. Tinha uma corda. Nós passámos por baixo e fomos fazer o nosso trabalho.
E assim foi. Fotografámos, piquenicámos, desenhámos, ainda vimos um ninho de Rola e um espantalho, e tudo numa só manhã.
E nas conversas de jardins, dos que temos, dos que conhecemos, se há sempre ou não, se quando não há é porque não é cidade, ou é?, lá fomos passando para um outro jardim, não tão musical, mais para brincar, o dos cavalinhos, também antigo mas com coisas novas. E contando as árvores, aqui menos, menos fresco, menos sombra, mais barulho, lá seguimos para o nosso último jardim, agora privado, no Convento de S. Domingos. Tão privado que estava fechado! Mas... a Ema conta a história, que escreveu no seu diário gráfico:
Convento de São Domingos
Uma Aventura
Chegámos ao convento e estava fechado, mais à frente estava um abrigo de velhotes trabalhadores. Tinha uma corda. Nós passámos por baixo e fomos fazer o nosso trabalho.
E assim foi. Fotografámos, piquenicámos, desenhámos, ainda vimos um ninho de Rola e um espantalho, e tudo numa só manhã.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Noite de sexta feira - surpresas na Loja5
É já esta sexta, dia 03 de Agosto, a última noite do Eco-comércio desta temporada. A banda Bandladesh começará a sua actuação às 21h30 aqui às portas do mercado municipal.
Nós cá estaremos de portas abertas, com provas de conservas portuguesas, a partir das 21h.
Venham tomar connosco um licor de poejo ou capilé a copo. Aproveite para ver as nossas antiguidades, levar um livro antigo, um Santo António em cerâmica ou alguma peça de autor.
Até sexta!
Nós cá estaremos de portas abertas, com provas de conservas portuguesas, a partir das 21h.
Venham tomar connosco um licor de poejo ou capilé a copo. Aproveite para ver as nossas antiguidades, levar um livro antigo, um Santo António em cerâmica ou alguma peça de autor.
Até sexta!
Subscrever:
Mensagens (Atom)




























































